Como melhorar a relação entre professores e alunos?

fev 7, 2022 | Educação & Tecnologia

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Lecionar vai muito além de apresentar conteúdos em sala de aula: um bom educador precisa, acima de tudo, se conectar com os estudantes. Afinal, é a boa relação entre professores e alunos(as) que torna uma instituição especial. E é ela que cria condições para o(a) docente atuar nos desafios do dia a dia. Por isso, todo esforço no sentido de reforçar esse vínculo entre adultos e crianças é válido e importante. Pensando nisso, confira algumas dicas e descubra como melhorar a relação entre professores e alunos!

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Como melhorar a relação entre professores e alunos?

Você se lembra da sua época como aluno(a)? Quais eram as suas aulas preferidas? E os seus professores mais queridos? Pois é, todo adulto tem suas próprias recordações da escola! E muitas vezes, as aulas preferidas eram aquelas justamente ministradas pelos professores mais queridos, não é mesmo?

Isso ocorre porque o processo de ensino-aprendizagem está diretamente ligado à qualidade das relações entre professores e alunos. Ou seja, as relações humanas são o primeiro passo para a criação de um ambiente mais harmônico, agradável e interessante para o aprendizado.

O caminho, então, é buscar a construção desse ambiente! Mas, como fazer isso? Por vezes, a relação entre professores(as) e seus estudantes pode não ser fácil. No entanto, ela é fundamental para a interação e clima em sala de aula.

Portanto, confira agora mesmo 5 dicas para reforçar a confiança e o vínculo entre adultos e crianças no ambiente escolar. Acompanhe!

1. Invista no acolhimento dos alunos e alunas

Vivemos um momento completamente atípico, provocado por quase dois anos de isolamento social e distanciamento entre as pessoas. Por isso, é hora de pensar em novas formas de nos aproximar e criar conexões mais profundas com o outro. Nesse sentido, as competências emocionais precisam ser trabalhadas, por adultos e também crianças.

Dessa forma, é importante que o professor trabalhe a empatia, o acolhimento e a escuta dos estudantes. A partir de então, ele poderá oferecer um ambiente saudável, seguro e de compreensão para os alunos e alunas.

Por isso, sobretudo considerando o cenário atual, o diálogo deve ser o ponto de partida para o entendimento dos medos, angústias e do ponto de vista do outro. E é justamente a partir daí que será possível criar estratégias direcionadas para cada estudante!

2. Proponha estratégias de comunicação não-verbal

Por vezes, a comunicação vai além das palavras. Portanto, a comunicação não-verbal dos estudantes também é importante. Por isso, esteja atento(a) ao tom de voz dos pequenos e pequenas, perceba seus movimentos corporais e todas as demais atitudes não relacionadas à fala.

Além disso, dê espaço para que os alunos e alunas se expressem de maneira mais ampla. Eles podem escrever uma redação sobre como se sentem ou então fazer desenhos, por exemplo. E esse pode ser o diferencial de um(a) professor(a) mais atento(a)!

Por fim, atividades com perguntas abertas, que vão além do sim e do não, tornam a dinâmica do aprendizado mais rica. E podem dar maior protagonismo para os estudantes em sala de aula!

3. Exercite o poder da síntese dos estudantes

A capacidade de sintetizar um conhecimento diz muito sobre o que a pessoa sabe a respeito do assunto. Isso ajuda o(a) professor(a) a identificar desde o estudante que não assimilou o conteúdo apresentado até aquele que foi realmente impactado pela aula, por exemplo.

Uma técnica simples e bastante útil para avaliar a síntese dos(as) alunos(as) é a atividade da manchete. Para isso, peça que cada um da turma crie uma manchete sobre o que foi trabalhado naquele dia. A ideia aqui é resumir o assunto e apresentar os principais pontos apresentados, como acontece em uma manchete de jornal.

Esse tipo de proposta é interessante para compreender em que ponto do aprendizado está cada estudante. Para, em seguida, atuar de forma individualizada com cada um deles!

4. Explore o diferencial da brincadeira

Atividades de caráter lúdico são fundamentais para gerar uma conexão na relação entre adultos e crianças. Brincadeiras, por exemplo, trazem a leveza necessária para transformar o espaço estudantil em um ambiente seguro, sobretudo emocionalmente.

Por isso, os jogos educativos podem sim ser consideradas dentro de uma estratégia que visa aproximar ainda mais os(as) professores(as) e as crianças. Contudo, como toda atividade, esse projeto precisa de critérios, de maneira que não se torne totalmente alheio ao conteúdo obrigatório, tudo bem?

Assim, cabe ao educador buscar o equilíbrio nessa proposta. Uma dica é propor novas atividades para iniciar cada aula, como desafios, quizzes ou jogos de adivinhação! Isto é, criar dinâmicas interativas e que estimulem o aprendizado, a diversão e a curiosidade.

5. Pense sempre no protagonismo das crianças

Seja qual for a estratégia utilizada para aproximar professores e alunos, o mais importante é sempre colocar o foco nas crianças. Afinal, elas são as protagonistas no processo de aprendizagem. Dessa forma, é importante que o professor encontre metodologias diferentes, para que cada aluno ou aluna se expresse, se comunique e se sinta à vontade em sala de aula.

É importante lembrar que lidar com seres humanos vai além das técnicas. Ou seja, é necessário considerar sentimentos, emoções e a história de cada um. Por isso, ouça os alunos de forma individual e também de forma coletiva, para perceber como cada um manifesta suas opiniões e pontos de vista.

Por fim, não se esqueça de construir laços com a família e a comunidade. Isso é essencial! E pode ser feito através de eventos ou e projetos extracurriculares, por exemplo. É o caso das feiras de ciências, literárias e muito mais.

Afinal, as propostas que partem da sala de aula tem o poder de ganhar força e impactar não só os estudantes. Mas, também, todos aqueles que fazem parte da comunidade escolar, como pais, mães e pessoas responsáveis!

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Equipe do Blog PlayKids

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